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Quarta, 23 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Mais impostos, mais gastos

O Estado de São Paulo - Editorial

A gastança vai continuar e a confirmação, agora, vem do próprio governo federal. Seus gastos não só não serão cortados, como ainda poderão crescer, de acordo com novas projeções encaminhadas ao Congresso pelo Ministério do Planejamento. Sobrarão R$ 14,2 bilhões para o arremedo de fundo soberano inventado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o Tesouro poderá desbloquear cerca de R$ 1 bilhão de verbas contingenciadas. Judiciário e Legislativo poderão ganhar R$ 180 milhões para engordar suas despesas. Se alguém ainda acreditava em corte, pode abandonar essa fantasia de uma vez por todas. A austeridade não está no DNA deste governo e a redução da despesa não entrará na agenda nem mesmo para conter a inflação.

O relatório enviado ao Congresso confirma o prognóstico publicado nesta página mais de uma vez, nos últimos meses. Nenhum aperto seria necessário para se elevar a meta de superávit primário de 3,8% para 4,3% do Produto Interno Bruto (PIB). Resultados próximos desse vinham sendo obtidos com a expansão da receita tributária, sem o mínimo esforço de contenção ou de racionalização da despesa.

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Terça, 22 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Carga afeta pequenos negócios

Diário Catarinense

Enquanto o governo comemora a abundância nos cofres públicos cheios, o empresariado não está tão certo de que a notícia é boa também para o restante da sociedade.

Sócio da farmácia de manipulação Artesani há oito anos, Lucas de Oliveira precisa honrar oito tributos para que a empresa siga funcionando. Com quatro funcionários registrados, ele tem que arcar ainda com encargos trabalhistas. Entre impostos e outros custos, Lucas gasta uma média de R$ 26 mil por ano para manter a farmácia aberta.

- Eu não me incomodo em pagar, sei que é preciso. Mas, muitas vezes, estas despesas não vão para quem precisa, são desviadas e, por isso, acredito que a carga tributária poderia ser menor.

Mesmo problema enfrenta o proprietário da casa de festas Sonho de Festa, Júnior Teixeira. Do seu faturamento, pelo menos R$ 6 mil vão diretamente para o governo. Isso afora os impostos que paga como cidadão e consumidor.

- A gente sustenta muita gente com isso, menos quem precisa - lamenta o empresário.

José Antônio Barros Pinho indigna-se toda vez que precisa destinar 15% do que recebe como representante comercial para o governo. Isso porque, como autônomo, não pode fazer uso do Supersimples, o que reduziria os seus encargos.

- Sempre que (o projeto) chega na mão dos presidentes, isso acaba não sendo votado.

Há 17 anos no ramo, José já perdeu as contas de quanto deixou nos cofres do governo.

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Terça, 22 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Arrecadação federal e de SC batem recorde

Mesmo com o fim da CPMF, a arrecadação federal vem batendo um recorde atrás do outro. O último foi no primeiro semestre deste ano, com destaque para Santa Catarina, que cresceu 31% na comparação com o mesmo período de 2007, superando em três vezes a variação nacional (10,43%). O total arrecadado no Estado chegou a R$ 9,8 bilhões de janeiro a junho deste ano.

No país, o recolhimento de impostos chega a R$ 333,3 bilhões, o maior valor já registrado no primeiro semestre. Em relação ao mesmo período do ano passado, a receita subiu 10,43%, já considerada a inflação. O total registrado em junho também foi recorde para o mês: R$ 55,7 bilhões, alta real de 7,1% sobre junho de 2007.

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Segunda, 21 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Mesmo sem CPMF, arrecadação de impostos bate recorde no 1º semestre

Da Folha On-line

A arrecadação de impostos e contribuições cresceu 10,43% no primeiro semestre de 2008 e atingiu novo recorde. Mesmo com o fim da CPMF, a Receita Federal arrecadou R$ 333,208 bilhões. Somente no mês de junho foram R$ 55,747 bilhões, aumento de 7,11% em relação ao mesmo mês do ano passado. O imposto cuja arrecadação mais cresceu no semestre foi o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que teve suas alíquotas elevadas para compensar o fim da CPMF. A arrecadação subiu 151% e chegou a R$ 9,8 bilhões. Em valores absolutos, o principal responsável pela arrecadação recorde foi o Imposto de Renda, que respondeu por 29% do total. Foram arrecadados R$ 97 bilhões, sendo R$ 44,7 bilhões somente das empresas. A segunda maior arrecadação ficou com a Cofins (R$ 58,7 bilhões), aumento de 14% sobre o ano passado.
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Quarta, 16 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Ministro da Agricultura responsabiliza o governo por alta em insumos

O preço dos insumos é um dos mais fortes indutores da Inflação. Se o ministro da Agricultura culpa o governo pelo preço dos insumos, está culpando o governo do qual faz parte pela volta da Inflação…

Folha de São Paulo
O ministro Reinhold Stephanes (Agricultura) criticou governo e Legislativo pela inépcia em relação a jazidas que podem alavancar a produção nacional de fertilizantes e questionou o adicional de frete cobrado em favor da Marinha Mercante.
“A Marinha Mercante é ineficiente e a agricultura paga. Não vejo ninguém defender mudanças no status quo da Marinha Mercante, que tem reduzido navios e não tem conseguido atender à demanda da agricultura. Não há razão para pagarmos essa taxa, mas o ministro da Agricultura não tem força para acabar com isso.”
O adicional de frete é de 25%. Os recursos deveriam ser voltados para a modernização e a compra de navios para o transporte de mercadorias. Segundo Stephanes, é difícil até mesmo conseguir consenso na cúpula do governo a respeito do tema.
O ministro participou ontem de audiência pública na Câmara sobre medidas para reduzir a dependência brasileira de fertilizantes importados. Estudos do ministério indicam que o mercado nacional é dominado por um oligopólio composto pela Bunge, Cargill e Yara.
As três empresas negam. Atribuem a composição do mercado a fatores internacionais. O Brasil importa a maior parte do que consome.

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Terça, 15 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria -

A Carga Tributária de 2008


Estudo realizado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) aponta que a carga tributária no Brasil deve alcançar 35,4% do PIB em 2008.
Segundo a diretora da Firjan, economista Luciana de Sá, cada brasileiro contribui com quase 12 salários mínimos em termos de arrecadação. “Não é nada desprezível se a gente leva em consideração o nível dos serviços públicos. E pior que isso é a comparação com o ano passado. A gente vai contribuir com R$ 200,00 a mais. Ou seja, quase um salário mínimo a mais este ano de 2008 em relação a 2007, o que traz a preocupação de que a carga tributária continua crescendo. Não só o nível é alto, mas o processo de expansão prossegue. E isso é um grande entrave para o desenvolvimento das atividades econômicas”.

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Segunda, 14 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , , ,

ESTELIONATO FISCAL

O GOVERNO CRIA IMPOSTOS, COBRA DO POVO E NÃO APLICA A FAVOR DO POVO. ISSO É ESTELIONATO FISCAL. ATÉ HOJE O GOVERNO TEM GUARDADO DINHEIRO QUE ARRECADOU COM A FALECIDA CPMF E QUE NÃO FOI APLICADO NA SAÚDE.
ISSO É CRIME.
E O BRASILEIRO PAGA POR IMPOSTOS QUE NEM SABE QUE EXISTE E NEM SABE PARA ONDE VAI O SEU DINHEIRO.
QUE GOVERNO É ESSE?


Governo tem R$ 250 bi de receita retidos

Estadão

Tributo arrecadado deixa de ser usado para sua finalidade original e é destinado para fazer ’superávit primário’
Retenções bilionárias de receitas vinculadas à educação, saúde, pesquisas científicas, investimentos em infra-estrutura e aeroportos e desviadas pelo governo para o “superávit primário” estão se acumulando nos cofres federais, deixando de ser usadas para sua finalidade original e para o pagamento de dívidas. Levantamento feito pelo Estado mostra que as receitas do governo federal disponíveis para quitar dívidas somam cerca de R$ 250 bilhões. E pelo menos um terço disso é de fundos especiais, constituídos, originalmente, para outros fins.

De royalties do petróleo, por exemplo, o Tesouro acumula no caixa nada menos que R$ 24,7 bilhões. Legalmente, essa receita pertence a quatro Ministérios - Ciência e Tecnologia, Marinha, Minas e Energia e Meio Ambiente - e deveria ser aplicada no desenvolvimento de novas tecnologias, fontes de energia e projetos voltados à recuperação dos danos causados pela atividade petrolífera. Na prática, entretanto, esse é o recurso preferencial escolhido pela equipe econômica para contingenciar. E pouco dele realmente chega ao seu destino natural.

A lógica de fazer superávit com receitas vinculadas é que, mesmo não usando esse dinheiro para pagar juros e reduzir a dívida bruta, o governo desconta esse valor acumulado no cálculo da dívida líquida. E o que interessa para o mercado financeiro, segundo especialistas, é que o governo reduza sua dívida líquida, não a bruta. Ou seja, que mantenha a despesa governamental baixa e economize receitas, mas continue emitindo títulos públicos em volume elevado para atender à demanda dos bancos por esses papéis.

E é possível que, se as receitas não fossem vinculadas, o governo não conseguiria fazer tanto superávit. Isso porque muitos impostos - e tributos travestidos de fundos - só foram criados porque tinham embutida uma promessa de aplicação dos recursos em determinadas finalidades “sociais”. Foi assim com a CPMF, o chamado imposto do cheque, que ajudaria a Saúde, e com a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide, o imposto sobre combustíveis), para investir em infra-estrutura e energia. Promessa renovada agora com a Contribuição Social da Saúde (CSS) - a nova CPMF que o governo quer criar para, diz, financiar a Saúde.

A criação desses tributos não proporcionou um aumento de gastos com as áreas pretensamente beneficiadas, mas sim um reforço do superávit primário. Paradoxalmente, portanto, esse tipo de vinculação contribuiu para o ajuste fiscal.

A Cide, por exemplo, criada para financiar projetos de infra-estrutura e energia, continua servindo para engordar o superávit primário, mesmo após vários alertas do Tribunal de Contas da União (TCU).

Pelo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), o governo retém R$ 8,3 bilhões da Cide parados no seu caixa, o que equivale a mais de um ano de arrecadação do tributo.

As disponibilidades são tão amplas que incluem até mesmo recursos da CPMF, a contribuição cobrada sobre movimentações financeiras, extinta no início de 2008. Seis meses depois de deixar de existir, a CPMF sobrevive nas contas do governo, com R$ 1,4 bilhão - dinheiro que teoricamente seria destinado à saúde e à previdência social.

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Quinta, 10 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

TAXA DE INFLAÇÃO É A MAIOR DESDE 2004

A inflação oficial, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), encerrou o primeiro semestre com alta acumulada de 3,64%, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa é a maior para um semestre fechado desde o segundo semestre de 2004, quando ficou em 3,98%. O maior impacto para a inflação do semestre veio dos preços dos alimentos, que acumularam variação de 8,64% no período. O grupo representou 1,88 ponto percentual do IPCA do período. Alimentos e bebidas também exerceram o maior impacto no IPCA acumulado nos 12 meses terminados em junho de 2008: com um variação de 15,79%, respondeu por 3,43 pontos percentuais, mais da metade do índice geral (6,06%).
Fonte: G1

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Quarta, 9 de Julho de 2008

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Alimentos subirão ainda mais

Correio Braziliense

Preços ao consumidor aumentam 0,79% na primeira semana de julho. São esperados outros reajustes para feijão, carne, leite, energia e telefonia fixa nos próximos dias
Os brasileiros que se preparem, pois os preços devem ficar ainda mais altos neste mês. A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) voltou a subir na primeira semana de julho, após três registros consecutivos de desaceleração. O indicador apresentou variação de 0,79%, 0,02 ponto percentual acima da taxa da última semana de junho. Os alimentos, como previsto, puxaram o índice para cima e registraram alta de 1,93%. A expectativa é de manutenção dos aumentos nesse grupo e de uma disparada, também, dos preços de habitação, com reajustes nas contas de luz e de telefone fixo.

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Terça, 8 de Julho de 2008

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Para os mais pobres inflação sobre 5,97%

Estadão
Com a disparada dos preços dos alimentos este ano, a inflação da população mais pobre pode encerrar 2008 duas vezes acima da taxa média de preços do varejo. A estimativa é da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que abrange as famílias com renda de 1 a 2,5 salários mínimos mensais. No primeiro semestre, o índice subiu 5,97% e acumula alta de 9,11% em 12 meses até junho.
São recordes do índice, que está em sua quarta divulgação e teve série histórica iniciada em 2004. Estão, também, muito acima dos apurados, em iguais períodos, pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que vai de 1 e 33 salários mínimos, e teve altas de 3,84% no ano e de 5,96% em 12 meses.

Segundo a FGV, 77% do total da inflação da população de baixa renda vem do setor de alimentação. Esses são os produtos de maior peso no cálculo do IPC-C1, visto que as famílias de baixa renda destinam 40% do total de seu orçamento para a compra de comida.

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Segunda, 7 de Julho de 2008

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Não é só o “feijãozinho”

Revista Veja
“A culpa é do chuchu.” A frase, que entrou para a história, foi dita em 1977 pelo então ministro da Fazenda, Mario Henrique Simonsen, para justificar a alta na inflação. Há dois meses, o atual ministro da Fazenda, Guido Mantega, emulou seu longínquo antecessor e afirmou que, “tirando o feijãozinho”, não há por que se preocupar com a alta recente nos preços. Compreende-se que, agora, como no passado, os responsáveis pela condução da política econômica tentem tranqüilizar a população e evitar especulações. É o que se exige deles, pois a mera expectativa em relação ao comportamento futuro da inflação traz em si o poder de desencadear uma onda de remarcações, roendo o poder de compra da moeda. O momento, de fato, exige cuidado. Após dois anos adormecida, a inflação voltou a preocupar e se faz sentir no bolso dos consumidores e poupadores. Até aqui, foram os pobres os que mais sofreram. Isso porque os reajustes vieram com mais intensidade nos alimentos, entre eles o “feijãozinho”. O encarecimento da comida refletiu, em boa medida, o aumento generalizado no preço internacional das commodities. O custo da cesta básica (composta de produtos como arroz, carne e farinha) subiu mais de 20% em algumas capitais nos últimos seis meses. Mas a alta de preços é generalizada. Tanto que a classe média começa a sentir o golpe não só no supermercado como nos serviços. Para completar, suas aplicações financeiras perderam para a inflação no semestre que passou.” Se você é assinante, clique aqui para ler mais
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Sexta, 4 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria -

Inflação dos mais pobres é maior

Estadão

A inflação da população de menor renda, que ganha R$ 377,49 por mês, atingiu em junho 1,48%. O resultado é o dobro da inflação dos mais ricos, que recebem mensalmente R$ 2.792,90, e que tiveram uma elevação de 0,72% no Índice de Custo de Vida (ICV) do Dieese em junho.
Na média dos três estratos de renda, o ICV do mês passado subiu 0,97% na cidade de São Paulo, ante elevação de 0,87% em maio. Em junho de 2007, o ICV tinha subido apenas 0,15%.
Segundo o Dieese, os alimentos, com alta de 2,88% no mês passado, puxaram para cima a inflação em junho. Esse grupo respondeu por 0,80 ponto porcentual do ICV do mês. Subiram também habitação (0,58%), despesas pessoais (1,15%) e saúde (0,21%).

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Sexta, 4 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria -

Feirão da Inflação em SC


O deputado Paulo Bornhausen realizou na tarde de ontem (03), na Assembléia Legislativa de Santa Catarina, o “Feirão da Inflação”, com a exibição de produtos da cesta básica e seus respectivos aumentos.
Quem passou e viu os produtos demonstrados ficou impressionado com a alta dos preços em Florianópolis – como o feijão (173,90%), o tomate (92,70%), o arroz (60,42%), o óleo (48,58%), a farinha (43,21%) e a carne (43,13%).

Em conversa com a imprensa Paulo Bornhausen disparou: “O presidente Lula é um irresponsável. Sustenta os maiores juros do mundo, cria e aumenta impostos, promove o espetáculo da gastança. Resultado: inflação máxima de 52% na cesta básica. Em Florianópolis a cesta básica chegou aos 42% nos 12 últimos meses.”

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Quarta, 2 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Alta da cesta básica nas capitais


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Quarta, 2 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Cesta básica: aumento de até 52% em 12 meses



Estadão

Cesta básica tem alta de até 30% no semestre


Preço dos 13 alimentos de primeira necessidade subiu em 14 das 16 capitais pesquisadas pelo Dieese
O preço da cesta básica de alimentos consumidos pelo trabalhador brasileiro acumula alta de até 29,24% no primeiro semestre do ano. Nos últimos 12 meses, os aumentos chegam a até 51,85%, revela pesquisa divulgada ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Em junho, o custo médio dos 13 gêneros alimentícios considerados de primeira necessidade subiu em 14 das 16 capitais pesquisadas pela entidade.

Folha de São Paulo


Cesta básica tem aumento de até 52% em 12 meses


Maiores altas ocorreram nas capitais do Nordeste, aponta Dieese; feijão, carne, arroz e batata são vistos como os vilões da inflação
Para o Dieese, avanço de dois dígitos no preço dos alimentos supera em muito os reajustes anuais de um dígito do salário mínimo

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Quarta, 2 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

”Não brincaremos com a inflação”, diz presidente (OPA!!)

PARECE QUE LULA FICOU – FINALMENTE – PREOCUPADO. PARECE QUE CIAU NA REAL. PARECE QUE PRECISOU DA PESQUISA DA CNI-IBOPE…

Estadão

Recado vem no dia seguinte ao anúncio de uma pesquisa que mostrou população preocupada com o assunto
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou ontem que seu governo não permitirá que a taxa de inflação volte aos níveis da década de 80, quando chegou a 80% ao mês, nem brincará com esse tema.
“A inflação é minha preocupação desde que comecei a trabalhar, em 1959. Sei o quanto a inflação prejudica, especialmente os mais pobres”, afirmou. “Não brincaremos com a inflação”, disse ele à imprensa, depois de participar da 35ª Reunião de Cúpula do Mercosul e de um encontro dos líderes da União Sul-americana de Nações (Unasul), em Tucumán, na Argentina.

O presidente disparou esse recado no dia seguinte à constatação da pesquisa da CNI-Ibope de que o apoio popular à política de combate à inflação caiu de 53%, em março passado, para 43%.
Divulgada anteontem, a pesquisa apontou, ainda, que 65% dos brasileiros acham que a inflação vai aumentar. Em março passado, 51% tinham a mesma opinião.

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Terça, 1 de Julho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Diesel aumenta hoje ao menos 2%

Diesel mais caro = frete mais caro = produtos transportados mais caros = MAIS INFLAÇÃO!

Folha de São Paulo

Começa a vigorar adição obrigatória de 3% de biodiesel no combustível derivado do petróleo
Antes, mistura era de 2%; litro do biocombustível está a R$ 3,20 para as distribuidoras; preço do diesel é de R$ 1,50


A Petrobras não reajustou o diesel, mas o preço do combustível vai subir a partir de hoje em, pelo menos, 2%. É que passa a valer a adição de 3% de biodiesel -cujo custo é mais elevado- ao derivado de petróleo. A mistura obrigatória era de 2%.
Segundo o Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e Lubrificantes), o aumento da proporção do biodiesel no diesel convencional provocará um aumento de R$ 0,04 a R$ 0,05 por litro no preço final de bomba do produto.

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Segunda, 30 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Impostômetro

Exatamente às 7h15, do dia 2 de julho, os impostos já recolhidos no País este ano vão somar R$ 500 bilhões. O cálculo é do Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo.

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Sexta, 27 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , , ,

Ipea veta divulgação de projeções

Parece que a grande arma do governo contra a inflação é a censura. Opta por não divulgar as informações…

Estadão

Carta de Conjuntura não é liberada sob o argumento de que provocaria especulações no mercado financeiro
A divulgação da Carta de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), tradicional instrumento de análise trimestral da evolução da economia, no qual são feitas as projeções para o ano, se transformou ontem numa verdadeira peleja. As previsões, embora tivessem sido elaboradas pela área técnica, não foram divulgadas, sob o argumento de que o Ipea se ateria a análises de longo prazo e não iria alimentar especulações do mercado.

“Não vamos divulgar as previsões para não alimentar especulações do mercado financeiro”, declarou Miguel Bruno, um dos atuais coordenadores do Grupo de Análises e Previsões do Ipea. A declaração foi feita pouco depois de o assessor de imprensa do instituto, Estanislau Maria, ter informado, em coletiva de imprensa, que não haveria projeções “por orientação da Presidência da República”. Momentos depois, Maria explicou - “para não dar manchete errada” - que não havia censura do governo, apenas a determinação para o Ipea dar prioridade a estudos de longo prazo.

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Quinta, 26 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

IBGE: inflação já provoca queda na renda do trabalhador



Correio Braziliense

A queda de 1% na renda média real dos trabalhadores nas seis principais regiões metropolitanas do país em maio ante abril foi provocada por causa do aumento da inflação no período, segundo o gerente da pesquisa mensal de emprego do IBGE, Cimar Azeredo. O deflator usado nesse indicador de renda é o INPC médio das seis regiões.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), também calculado pelo IBGE e referente à camada de renda mais baixa da população, tem registrado taxas mais elevadas do que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), já que os produtos alimentícios têm peso maior no INPC. Em maio, o rendimento médio nas seis regiões foi de R$ 1.208,20.

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Quinta, 26 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Inflação deste mês dá um salto

A inflação disparou de vez. E com ela os salários que as empresas, mesmo com o aviso do Banco Central, vão repassar para os preços de seus produtos aumentando a Inflação. A única coisa que diminui é a confiança do brasileiro na economia. A ciranda está em movimento. E o óleo diesel vai aumentar ainda mais a Inflação. Segure-se quem puder!

Correio Braziliense

Inflação deste mês dá um salto

Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 sobe 0,9% em junho, bem acima dos 0,56% de maio, e piora expectativa dos economistas. Alimentos, principalmente carne, pressionam novamente o custo de vida Clique aqui para ler mais

Aviso às empresas

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Mário Mesquita, avisou ontem que a instituição não facilitará a vida das empresas que estejam concedendo reajustes acima da inflação a seus empregados e repassando os custos extras para os preços.

Diminui a confiança do brasileiro na economia

Consumidor está mais cauteloso e teme o aumento de preços. Otimismo caiu 6,5% em junho, de acordo com pesquisa da FGV

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Quarta, 25 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

INFLAÇÃO - Diesel caro pára caminhoneiros

Trabalhadores autônomos do transporte de cargas, responsáveis por frete de alimentos, madeira e construção civil, entre outros, iniciaram paralisação desde a 0h de hoje no país.

Os preços dos fretes pagos pelas empresas contratantes não teriam incorporado o reajuste do diesel, determinado pelo governo em maio.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de SC (Sindicam-SC), Francisco Biazotto, o custo do transporte ficou 12% mais caro.

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Quarta, 25 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - ,

Alimento caro eleva preço da comida a quilo

Diário Catarinense
Reajuste dos restaurantes deve ficar em 10% em Florianópolis
No ciclo da alta nos preços dos alimentos, os reajustes que assustam o consumidor nos supermercados começam a aparecer, também, na hora de pagar pelas refeições fora de casa. Em Florianópolis, apesar da concorrência acirrada, donos de restaurantes sinalizam para aumentos de até 10% na conta. As redes de bufê a quilo são as que sentem o aperto mais forte. Clique aqui para continuar lendo a matéria

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Segunda, 23 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Basta!


“Basta! Tem imposto saindo pelo LADRÃO!”
São os dizeres do selo que está circulando no Rio de Janeiro, por iniciativa do deputado federal Índio da Costa (DEM).

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Segunda, 23 de Junho de 2008

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1 TRILHÃO DE REAIS EM IMPOSTOS


Revista Veja

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Segunda, 23 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Inflação


Charge do Cícero no blog República de Itapeva

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Segunda, 23 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , , ,

A eleição da inflação?!

Valdo Cruz – Folha de São Paulo

A inflação brasileira tem nome e sobrenome, Lula da Silva, com seu espetáculo da gastança. Esse é o lema que o deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC) defende que seu partido use nas próximas eleições municipais.
Contrariando as análises de que são as questões locais que prevalecem nas campanhas municipais, Bornhausen aposta que o tema vai pegar nas grandes cidades do Centro-Sul do país.
Aposta que a inflação vai subir ainda mais até setembro, auge das campanhas pelas prefeituras, e desgastará os candidatos governistas. Sua posição não é consensual entre os democratas.
No Nordeste a oposição teme e muito a popularidade de Lula. O sujeito é santo na região, costumam dizer os líderes nordestinos da oposição. Atacá-lo, hoje, não deve render grandes trunfos eleitorais.
O tucano Gustavo Fruet (PR) também tem dúvidas se o assunto vai esquentar a eleição de prefeitos. Aposta, contudo, que os efeitos dos preços altos de hoje vão contaminar a eleição presidencial de 2010. Diz isso depois de sondar os humores empresariais.
Não por outro motivo o presidente Lula só pensa nisso nas últimas semanas. Foi alertado que a mão pesada do Banco Central pode, sim, jogar o crescimento da economia para baixo no próximo ano.
Seria o pior cenário para sua despedida do Palácio do Planalto. Uma inflação controlada, mas à custa de uma brecada no ritmo da economia exatamente nos dois últimos anos de seu mandato.
O risco, infelizmente, é real. Se hoje os ventos internacionais já não sopram mais a favor como antes, em 2009 esse quadro pode piorar. Muita gente, aqui e lá fora, acredita que o próximo presidente norte-americano será obrigado a fazer um forte ajuste na ainda maior economia do planeta.
Confirmado, Lula terá de rebolar para manter a economia girando forte por aqui. Cortar gorduras vai facilitar o gingado presidencial.

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Sexta, 20 de Junho de 2008

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Mercadante diz a Lula que CSS vai pressionar inflação

Estadão

Para senador petista, “este não é o momento” de elevar carga tributária

O senador Aloizio Mercadante (PT-SP) criticou a criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) - a nova CPMF - durante a reunião de ontem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com alguns ministros e economistas, realizada no Palácio do Planalto. Mercadante disse que “este não é o momento” para se elevar a carga tributária e os gastos com saúde, que são despesas correntes.

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Quinta, 19 de Junho de 2008

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Cai apoio à nova CPMF entre aliados


Imagem - caminhada XôCPMF feita em Florianópolis/SC, em 11.08.07

É por isso que o governo quer adiar a votação para depois das eleições: sabe que vai perder no Senado e quer transferir para depois de outubro, quando alguns políticos já não estão mais muito atentos dos compromissos com o povo. É preciso ficar atento!!!!

O Globo
Dos 45 senadores governistas que votaram pela prorrogação da CPMF, só 15 se dizem favoráveis agora à CSS; 9 se dizem contra o imposto, inclusive um petista e três líderes aliados; 17 estão indecisos. O governo precisa de 41 votos.

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Quinta, 19 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , , ,

Para depois que a eleição passar

O GLOBO

Enquete mostra que até senadores aliados rejeitam nova CPMF; governo joga com o tempo

Não foi à toa que o governo barrou ontem a sugestão da oposição de dar urgência à tramitação da proposta de criação da Contribuição Social para a Saúde (CSS) no Senado, assim que a matéria chegar da Câmara. O projeto de lei complementar, que na prática recria a CPMF, poderá ser rejeitado pelos senadores se for posto em votação antes do recesso de julho. Dos 45 senadores aliados que votaram, em dezembro, a favor da prorrogação da cobrança da CPMF, pelo menos nove já anteciparam, em enquete feita pelo GLOBO esta semana, sua disposição de rejeitar a proposta da CSS. São necessários 41 votos no Senado para aprovar o novo imposto da saúde. Apenas 15 dos ouvidos admitem apoiar a criação do novo imposto.
Entre os que já declararam voto contrário se destacam o senador petista Flávio Arns (PR) e três líderes de partidos da base aliada: Francisco Dornelles (PP-RJ), Renato Casagrande (PSBES) e Osmar Dias (PDT-PR). Outros 17 senadores governistas admitiram estar em dúvida, sendo que uma boa parte considera a iniciativa inoportuna, tendo em vista que tramita no Congresso um projeto de reforma tributária.
Juntando os nove votos já declarados contra a CSS com os 34 contrários na votação de dezembro, a oposição já contaria com 43 votos contra o novo imposto. Mesmo que os 17 indecisos e os quatro que não responderam à enquete votassem a favor da proposta, os governistas somariam no máximo 36 votos, cinco a menos do que exigido para aprovação da proposta.
Na tentativa de ganhar tempo e evitar uma derrota imediata, os governistas pretendem empurrar a votação da CSS para depois das eleições, confiantes de que, sem a pressão dos eleitores, alguns senadores possam recuar.
Mas, mesmo assim, a batalha não será fácil. A líder do PT, Ideli Salvatti (SC), admite que terá grande dificuldade para unir a bancada.
- Eu ainda não reuni a bancada, mas é certo que haverá muito resistência à proposta - reconheceu Ideli.
“A máscara da falta de dinheiro para saúde caiu”
Ciente das dificuldades do governo para aprovar a CSS no Senado, a oposição fez pressão ontem para garantir que o projeto fosse submetido ao plenário antes do recesso parlamentar.
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), porém, alega que a proposta tem de ser analisada com calma e terá de ser submetida à apreciação de três comissões: a de Constituição e Justiça, a de Assuntos Sociais e a de Assuntos Econômicos.
- Está claro que eles não têm coragem de enfrentar a opinião pública. A máscara da falta de dinheiro para a saúde caiu. Se esse recurso é tão essencial, por que não votam logo a proposta? - provocou o líder do DEM, José Agripino (RN).
- Não sei por que essa sanha arrecadatória agora da oposição - rebateu Jucá.
Um dos principais argumentos dos governistas para justificar o voto contra a CSS é o de que a proposta se choca com a discussão da reforma tributária. O senador Dornelles vai além e afirma que a proposta é inconstitucional: - A Constituição proíbe a criação de contribuições cumulativas por lei complementar. Se aprovada, não duraria três dias. Além disso, abriria um precedente perigoso. Hoje seria a contribuição para a saúde, amanhã para a educação, depois para agricultura ou meio ambiente.
Já o petista Flávio Arns argumenta que, após a derrubada da CPMF, o governo já aumentou outros tributos, como o IOF e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido das instituições financeiras, para compensar a perda de receita.
- Sou totalmente contra. É uma questão filosófica.
Não podemos mais apelar para o aumento de impostos toda vez que queremos aumentar investimentos em algum setor - justificou Arns.
Conduzido ao cargo de líder do PDT depois da morte do senador Jefferson Peres, Osmar Dias já avisou ao ministro do Trabalho e presidente licenciado do partido, Carlos Lupi, que desta vez não adiantará a direção nacional tentar fechar questão a favor da aprovação da nova contribuição sobre a movimentação financeira.
- Se isso acontecer, já avisei que não cumprirei a decisão. Pelo menos dois senadores da bancada me disseram que pretendem me acompanhar: Jefferson Praia (AM) e Patrícia Saboya (CE) - antecipou Dias.
Entre os que ainda não se decidiram, muitos não escondem a vontade de votar contra.
- Estou indeciso. Minha alma é contra, mas sou um cara de partido - disse o senador Lobão Filho (PMDB-MA).

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Quarta, 18 de Junho de 2008

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Resposta de Senador

Prezado Senhor

Incumbiu-me o Senador Marco Maciel de agradecer seu e-mail e parabenizá-lo pelo exercício de cidadania.

Se depender do Senador Marco Maciel não será efetuado nenhum aumento de carga tributária que tanto penaliza nossa sociedade.

O sucesso da estabilização econômica e fiscal conquistada pelo povo brasileiro, após a implantação do Plano Real, tem permitido sucessivos recordes de arrecadação que deve ser revertido para que os preceitos constitucionais sejam observados, com relação à saúde, educação, segurança, infra estrutura, etc.

Não há razão para que a decisão soberana dos Senadores, com a derrubada da CPMF seja questionada, com a proposta de criação de novo imposto.

Cordialmente,
Nilson Rebello, Chefe de Gabinete

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Quarta, 18 de Junho de 2008

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E-mails para o senadores

Muita gente já está encaminhando e-mails aos senadores com pedidos para que votem CONTRA a CSS. Em alguns casos, os e-mails estão voltando – entendemos que as caixas podem estar cheias, já que os endereços foram conferidos um a um no site do Senado.

Mas alguns senadores estão respondendo as mensagens recebidas, como é o caso abaixo:

Prezada Antonietta (foi quem enviou o e-mail)
da tribuna do Senado me pronunciei contra essa aberração constitucional aprovada pela Câmara. O projeto que restabelece a CPMF com o apelido de CSS é afronta ao povo brasileiro que não agüenta mais pagar tanto imposto. Não há argumento inteligente que possa justificar essa atitude do governo. Falar em Reforma Tributária e aprovar projeto criando novo imposto é falsidade. A CSS é um escárnio, um equívoco e uma afronta à sociedade. A verdade é que nunca se arrecadou tanto imposto no Brasil. Os brasileiros não agüentam mais esta pesada carga tributária. A arrecadação está tão boa que outro dia o governo pediu ao Congresso autorização para repassar ao BNDES 12,5 bilhões de reais para que ele financie projetos em outros países, como o metrô de Caracas, na Venezuela.Há,portanto,dinheiro suficiente para aplicar na Saúde, sem ser preciso sacrificar ainda mais o contribuinte brasileiro.O Senado deve rejeitar essa ofensa à inteligência nacional. Desde já esclareço que vou votar contra a aprovação deste novo imposto que o governo do PT quer impor ao povo brasileiro. Veja abaixo noticia da Agência Senado dando conta do meu pronunciamento contra a nova CPMF.
Grato pela mensagem e receba o meu cordial abraço,
Alvaro Dias

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Quarta, 18 de Junho de 2008

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Festa Junina: Leão morde até 61,56% dos preços

Produtos típicos das festas do mês de junho também sentem o peso da carga tributária do País

Os preços dos produtos típicos das festas juninas são formados entre 15,26% e 61,56% por tributos, segundo estudo do IBPT, que elaborou uma lista com 17 itens da estação. Confira a lista abaixo:

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Quarta, 18 de Junho de 2008

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Base resolve adiar reforma tributária

Capítulo de hoje: medo de ano eleitoral faz coisas…

Estadão

Os líderes governistas na Câmara decidiram deixar o projeto de reforma tributária de fora da pauta até o recesso, que começará em 18 de julho. Com isso, a emenda só será votada após as eleições. Segundo o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), na melhor das hipóteses o parecer do relator, Sandro Mabel (PR-GO), poderá ser votado na comissão especial logo antes do recesso. “Vamos travar um bom debate sobre o assunto nas eleições municipais e deixar a votação para quando voltarmos”, disse.

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Quarta, 18 de Junho de 2008

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Déjà vu do imposto

por Anastácio Kotzias Neto (Presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina)

É com enorme desconfiança que assistimos à aprovação da Contribuição Social da Saúde (CSS) pela Câmara Federal na semana que passou. O novo imposto traz de volta à cena uma antiga conhecida: a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Repudiada pela sociedade e enterrada em dezembro passado, o seu retorno nos deixa perplexos diante da insistência e insensibilidade do poder público. Como se não bastasse, os nossos representantes no Legislativo atrelaram a aprovação da Emenda 29 à CSS.

A emenda é uma reivindicação de todos por sua importância no repasse de verbas. Pela proposta atual, o governo deverá destinar a variação do PIB nominal nos dois últimos anos (com correção da inflação) para a saúde, caso a CSS seja aprovada. De acordo com a idéia inicial da emenda, 10% da receita corrente bruta do país seriam investidos em saúde. Hoje, estados e municípios são obrigados a separar 12% e 15%, respectivamente, de suas receitas correntes líquidas para a saúde. A base governista afirma que se a CSS não for aprovada, o governo não terá como investir, na saúde.

Ao invés de tributar a movimentação financeira, por que não aumentam a taxação de cigarros e bebidas e destinam essa receita adicional aos investimentos em saúde? Parece mais cômodo reformular uma antiga idéia do que inovar. Com essas atitudes, o processo democrático se torna repetitivo. É preciso ter novas idéias, soluções para problemas antigos. A esse filme já assistimos e o final não agradou. Querer forçar um déjà vu é inaceitável, pois sabemos que por mais que os recursos arrecadados sejam enormes, pouco será revertido em um bom atendimento à saúde.

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Terça, 17 de Junho de 2008

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E-mails para os senadores. Vamos começar!

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Terça, 17 de Junho de 2008

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Carga tributária é a maior da história

Um anúncio como este, em época de governo tentando criar mais imposto, faz o povo ficar preocupado… É inflação, é alta da carga tributária, é (re) criação de imposto… Que caminho é esse???


Folha de São Paulo

Tributos pagos no país somaram R$ 258,90 bilhões entre janeiro e março, ou 38,90% do PIB, aponta estudo

Carga subiu 1,87 ponto percentual em relação a 2007; em valores, receita aumentou R$ 37,15 bi em apenas três meses do ano

Mesmo com o fim da CPMF (o tributo do cheque), a carga tributária continua avançando no país, mostra estudo divulgado ontem pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).
Segundo o estudo, a carga fiscal no primeiro trimestre deste ano foi de 38,90% do PIB (Produto Interno Bruto), com um aumento de 1,87 ponto percentual em relação aos 37,03% do mesmo período do ano passado. Trata-se de um novo recorde para os primeiros trimestres de cada ano.

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Segunda, 16 de Junho de 2008

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Inflação já afeta 71% dos preços pesquisados



Com informações da Folha de São Paulo

Cresce difusão da inflação, ou seja, mais itens que integram o IPCA sobem de preço. Em maio, dos 465 itens pesquisados pelo IBGE, 71% registraram alta, contra 62% no mês anterior; instituto aponta reajuste nos serviços. Primeiro, foram os alimentos a pressionar a inflação. Agora, os reajustes se dissiparam e atingem a maior parte da cesta de produtos que integra o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Em maio, dos 465 itens pesquisados pelo índice oficial, 71,35% registraram alta. O percentual supera em quase dez pontos o de abril (61,98%).

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Sábado, 14 de Junho de 2008

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O fantasma da CPMF volta a assombrar

Revista Veja

Extinto no ano passado, o “imposto do cheque” renasce como contribuição social para a saúde

O governo deu na semana passada o primeiro passo para aplicar mais uma tunga nos cidadãos que já entregam ao Leão, na forma de impostos e contribuições, quase a metade do que produzem em um ano. Com 259 votos a favor, apenas 2 além do mínimo necessário, a Câmara dos Deputados aprovou a criação da contribuição social para a saúde (CSS), uma metástase da velha CPMF, extinta no fim do ano passado. A proposta prevê que o novo imposto terá alíquota de 0,1%, será cobrado sobre os débitos em conta corrente e operações financeiras a partir de 2009 e arrecadará 10 bilhões de reais por ano. Teoricamente, é dinheiro que se destinaria a melhorar o atendimento de saúde, como também era a intenção da velha CPMF. Para entrar em vigor, a CSS ainda precisa ser aprovada no Senado, onde o governo costuma enfrentar mais resistências para levar adiante projetos que contrariam os interesses da população, principalmente os mais disparatados e injustos. “A sociedade brasileira já convive com uma carga tributária altíssima. Não é possível penalizá-la com ainda mais um imposto”, disse a VEJA o presidente do Senado, Garibaldi Alves Filho, um dos principais oponentes do novo tributo.
A recriação da CPMF é um absurdo sob qualquer prisma. Mesmo com o fim da contribuição, que deixou de ser cobrada em janeiro, a arrecadação federal não pára de crescer (veja quadro abaixo). Em vez de dinheiro, portanto, o que falta ao governo é competência para administrar os recursos que a sociedade lhe entrega na forma de impostos. Estudo do Banco Mundial, realizado em 7.400 hospitais públicos e privados do país e divulgado na quinta-feira passada em São Paulo, mostra que o sistema brasileiro é perdulário e ineficiente. Numa escala que vai de 0 a 1, a rede de saúde foi reprovada com a nota 0,3. De acordo com o Banco Mundial, os hospitais brasileiros também são caros e funcionam mal. Cerca de 60% dos leitos hospitalares estão ociosos, mas o Brasil ainda é o país onde pacientes morrem à espera de atendimento. O custo de uma internação em um hospital público é 50% superior ao de um hospital privado ou administrado por associações não-governamentais. Três em cada dez internações são desnecessárias, causando um desperdício de 10 bilhões de reais a cada ano, a mesma quantia que se pretende arrecadar com o novo imposto. “Não adianta apenas ter recursos a mais. É preciso gastar bem o dinheiro”, disse o pesquisador Bernard Couttolenc, um dos autores do estudo.
A manobra do governo para ressuscitar a CPMF, como era de esperar, provocou protestos de líderes empresariais e entidades de classe – e o seu eco já pode ser ouvido em Brasília. O presidente da Federação do Comércio de São Paulo, Abram Sjazman, classificou a aprovação da CSS como “aberração”. Já o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que o novo imposto é um atentado contra a sociedade. Skaf pretende iniciar uma campanha nacional contra a CSS para sensibilizar os senadores e derrubar o novo imposto. Pode dar certo. No Senado, ao contrário da Câmara, a maioria do governo não é tão ampla. Os senadores também são menos suscetíveis ao jogo que costuma trocar cargos e liberação de verbas por apoio político. Na Câmara, nos dez dias anteriores à aprovação do tributo, deputados governistas foram brindados com a liberação de 280 milhões de reais em emendas parlamentares para suas bases eleitorais. “O governo pode tirar o cavalinho da chuva porque no Senado a CSS não passa. Não passa, não passa, não passa”, promete o tucano Arthur Virgílio, líder do PSDB no Senado. O senador Renato Casagrande, líder do governista PSB, demonstra preocupação: “O imposto já passou com dificuldade na Câmara. Aqui o debate vai ser muito mais tenso e pesado”, diz.
Além de inoportuna, a nova CPMF nasce enrolada no manto da ilegalidade. Tributaristas são unânimes em afirmar que o artigo 154 da Constituição não permite a criação de impostos que têm efeito cumulativo, como é o caso da CSS, por meio de uma lei complementar. Como a nova CPMF está sendo criada por esse instrumento, em vez de por emenda constitucional, como seria o correto, o novo tributo poderá ser derrubado na Justiça caso o Supremo Tribunal Federal (STF) mantenha esse entendimento. Mais difícil, porém, é entender o comportamento do presidente Lula nesse episódio. No fim do ano passado, quando o Senado derrubou a CPMF, o presidente prometeu que o imposto não seria recriado. Agora, ao patrocinar a CSS, Lula faz exatamente o contrário. O presidente sempre poderá dizer que são coisas distintas. Ao contrário da sua antecessora, aplicada de maneira universal, a CSS será cobrada apenas de quem tem renda mensal superior a 3 000 reais. E, diferentemente da CPMF, cujos recursos eram usados até para pagar a aposentadoria de servidores públicos, a CSS será destinada exclusivamente à saúde. No fundo, porém, elas são a mesma coisa. É mais um imposto a sobrecarregar quem já não agüenta mais sustentar um estado perdulário e ineficiente. Espera-se que o Senado ponha fim ao péssimo hábito dos governos de apresentar aos contribuintes a fatura de sua própria incompetência.

O pecado da gula
2007
Nos quatro primeiros meses do ano passado, quando a CPMF ainda estava em vigor, o governo embolsou 198,3 bilhões de reais em impostos e contribuições
2008
Nos quatro primeiros meses deste ano, já sem a CPMF, a arrecadação do governo foi de 223,2 bilhões de reais,um aumento de 12,5%

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Sexta, 13 de Junho de 2008

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E o Lula, hein?!

Ontem, o presidente Lula transferiu para a base aliada do Congresso a responsabilidade pela aprovação da CSS.

“O governo não participa de articulação. Os deputados e senadores ligados à área da saúde criaram a CSS (…) É um problema do Congresso e, sobretudo, eu diria que é um problema da bancada da saúde “, disse os sábio presidente.

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Sexta, 13 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , , ,

Tributo tem ampla rejeição nas ruas


A CSS tem ampla rejeição nas ruas.
Em Florianópolis, na loja em que é gerente financeiro, Anderson Menezes Garcia, lembrou que a CPMF, extinta no início do ano, chegava a custar R$ 180 por semana para a loja.

- Mais caro do que manter um funcionário.

Com o fim do tributo e o aumento das vendas os patrões puderam ampliar de 12 para 15 o quadro de funcionários.
A nova tributação sobre movimentação financeira deve impactar nas vendas, já que as compras com cheque devem cair. .
Abastecendo o carro, na tarde de ontem, Daniel Vinicius Carpes classificou a ação do governo de hipócrita.
- Usam o apelo da saúde para aumentar a arrecadação, mas todo mundo sabe que a CPMF não era usada para melhorar a saúde nem a CSS vai ser.

Com informações do Diário Catarinense

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Sexta, 13 de Junho de 2008

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Empresários lançam ”cruzada” contra aprovação da nova CPMF

Estadão
Fiesp começa a coletar assinaturas para um documento a ser enviado aos senadores pedindo a rejeição da CSS

A forte reação à tentativa de recriar a CPMF, por meio da Contribuição Social para a Saúde (CSS), dominou a pauta do Congresso da Indústria 2008, aberto ontem em São Paulo, com a participação de mais de 3 mil empresários, políticos e autoridades. O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, anfitrião do encontro, anunciou uma ofensiva do setor para derrubar a contribuição aprovada na Câmara. “Temos hoje aqui mais de 3 mil empresários para iniciar a cruzada de mobilização da sociedade e de prática da cidadania para que o Senado diga não a este tributo”, afirmou.
Ali mesmo no encontro, a Fiesp começou a coletar assinaturas para um documento que será enviado aos senadores pedindo a rejeição da CSS. Por outro lado, diretores da entidade já se preparam para visitar cada um dos senadores, em Brasília ou em seus Estados de origem, para apresentar-lhes estudos técnicos contrários à contribuição. É a mesma tática que usaram no processo que levou à extinção da CPMF, no fim do ano passado.

Outras entidades de representação de empresários também já começaram a se mobilizar. Roque Pellizzaro Junior, presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), anunciou que a entidade vai divulgar o e-mail de cada senador para que, nas bases, os clubes lojistas pressionem os parlamentares para derrubar o tributo. A CNDL agrega 27 federações estaduais e 1.587 Câmaras de Dirigentes Lojistas.
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Quinta, 12 de Junho de 2008

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Nova CPMF passa por 2 votos; inflação é a maior em 12 anos

O Globo
Em um só dia, dois golpes contra o bolso dos brasileiros: pelo lado da política, em votação apertada, por apenas dois votos além dos 257 necessários, a Câmara dos Deputados aprovou a recriação da CPMF, agora com nome novo, Contribuição Social para a Saúde (CSS). A alíquota de 0,1% vai incidir sobre movimentações financeiras a partir de janeiro do ano que vem, caso o Senado confirme a criação do novo imposto. Às vésperas da votação, o governo abriu os cofres para agradar aos deputados, aumentando a liberação de emendas. A Fiesp protestou contra o novo imposto: “É um atentado contra a sociedade”, disse Paulo Skaf. No terreno da economia, o IBGE divulgou que o IPCA, índice de inflação da meta do governo, pressionado por alimentos e serviços bancários, ficou em 0,79% em maio, o mais alto para o mês desde 1996. Com isso, em 12 meses, o custo de vida já subiu 5,58%. A meta é 4,5%. Analistas prevêem aumentos maiores de juros para segurar a inflação.

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Quarta, 11 de Junho de 2008

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VOTAÇÃO DA CSS

CONFIRA OS NOMES DOS DEPUTADOS QUE NÃO REPRESENTARAM A VONTADE DO POVO, E VOTARAM SIM PARA A CRIAÇÃO DA NOVA-VELHA CPMF!!!!!!!!!

LISTA DE VOTAÇÃO

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Quarta, 11 de Junho de 2008

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Apetite por impostos

Por Correio Braziliense

Para bancar o aumento de gastos, União, estados e municípios mostraram um apetite feroz para arrecadar impostos. Pelas contas do IBGE, as três esferas de governo retiraram das empresas e dos consumidores R$ 104,8 bilhões, o correspondente a 15,7% de todas as riquezas produzidas pelo país no mesmo período. “Trata-se de um valor altíssimo, que só traz prejuízos para o desenvolvimento”, disse a economista-chefe da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), Luciana de Sá.

No caso de estados e municípios, parte dos impostos foi destinada a obras vinculadas às eleições deste ano para prefeitos. Já o governo federal está usando os recursos para bancar o aumento de despesas correntes, como os reajustes de servidores públicos. “São gastos perigosos, que vão custar muito caro mais à frente”, frisou o economista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani. A seu ver, os governos estão usando o excedente da arrecadação, proporcionado pelo crescimento da economia, para criar despesas definitivas, quando deveriam poupar para abater dívidas.

A gastança foi criticada pelo presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf. “O aumento dos impostos diretos foi de 8% (primeiro trimestre deste ano contra mesmo período de 2007). Trata-se de percentual bem maior que o crescimento do PIB, de 5,8%”, afirmou. “Foi o sexto trimestre consecutivo em que os impostos cresceram mais do que os diversos setores da economia”, acrescentou. Segundo Newton Rosa, economista-chefe da Sul América Investimentos, nem mesmo o aumento do superávit primário do setor público de 3,8% para 4,3% do PIB dá tranqüilidade aos analistas.

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Quarta, 11 de Junho de 2008

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Governo gasta demais

do Correio Braziliense

Despesas do setor público tiveram, no primeiro trimestre, o maior aumento desde 1996, estimulando o crescimento econômico, mas também o aumento da inflação. Produção cresceu 5,8% até março

Os gastos do governo foram fundamentais para que o Produto Interno Bruto (PIB) registrasse crescimento de 5,8% no primeiro trimestre do ano ante o mesmo período de 2007, totalizando R$ 665,5 bilhões. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o consumo do setor público aumentou 5,8%, causando espanto nos especialistas, que trabalhavam com um índice máximo de 2%. Sem esse ímpeto gastador, certamente o resultado final do PIB não teria sido tão robusto. O governo também fez a diferença na comparação do PIB do primeiro trimestre com os três últimos meses do ano passado. Apesar de o avanço da economia como um todo ter sido de 0,7%, as despesas públicas deram um salto de 4,5%, o maior desde 1996, impulsionadas pelas eleições municipais deste ano.
Ao se deparar com esses números, o economista-chefe do Banco WestLB, Roberto Padovani, disparou: “Os gastos exagerados do governo alimentaram a inflação, que, agora, o Banco Central está sendo obrigado a conter por meio do aumento da taxa básica de juros (Selic)”.

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Quarta, 11 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

Cartilha sobre a CSS

O deputado Ronaldo Caiado (Democratas-GO) produziu e entregou nesta terça-feira, no plenário da Câmara, 500 cópias da cartilha “Porque votar contra a CSS”. Composta de quatro páginas, a publicação traz argumentos para que os parlamentares reprovem a Contribuição Social para a Saúde. Caiado e vários deputados do Partido distribuíram as cópias durante a sessão plenária, para mostrar os prejuízos da proposta.

Entre os dados apresentados, Caiado destacou a perda de R$ 45,5 bilhões que a saúde terá caso o substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS) seja aprovado. “Quem votar sim vai sujar o dedo e a imagem. O ônus ficará com o deputado, não com o governo federal. Quem votar não e ficar com o Projeto de Lei Complementar 306 original, já aprovado no Senado, vai dar a Saúde mais R$ 45,5 bilhões até 2011″, justificou.

A manifestação desagradou parte da base aliada, principalmente deputados petistas que se recusaram a segurar a cartilha. “O Congresso já derrubou a CPMF e a população não quer novo imposto. Quem vai assumir a CSS, essa aberração?”, provocou.

Com informações do site Democratas

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Quarta, 11 de Junho de 2008

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Votação da CSS ficou para hoje!

Após quatro horas de discussão, integrantes da oposição e da base aliada do governo fizeram um acordo, ontem à noite, para adiar pela terceira vez a votação da Emenda 29 (que amplia os recursos para a saúde) e a Contribuição Social para a Saúde (CCS). A sessão para a votação está marcada para hoje.

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Terça, 10 de Junho de 2008

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Explicativo CSS

Para conhecer mais sobre a tal CSS, clique na figura abaixo:

Fonte: Folha de São Paulo

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Terça, 10 de Junho de 2008

Postado por: Xô Imposto | Categoria - , ,

PL306 pode ser votado hoje

ATENÇÃO!!! O Plenário realiza hoje duas sessões com o objetivo de votar Projeto de Lei Complementar 306/08, do Senado, que regulamenta a Emenda 29. A Ordem do Dia da primeira sessão começa às 16 horas.

Os partidos da base aliada ao governo defendem o substitutivo do deputado Pepe Vargas (PT-RS), da Comissão de Finanças e Tributação, que cria a Contribuição Social para a Saúde (CSS). Já os partidos DEM, PSDB e PPS são contra a criação da CSS.

Vamos acompanhar a votação! Vamos acompanhar como votam os nossos representantes.

Você pode acessar o site da Câmara para ter todas as notícias.

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Terça, 10 de Junho de 2008

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Inflação


Charge de Sponholz

Quem vai aos supermercados percebe a sacanagem dos empresários: 50 gramas passam a 40; 1 litro passa a 900 ml. Mesmo assim, o preço aumenta. E isto vai do pacotinho de queijo ralado ao iogurte. Já acontece há anos e não há vigilância. Duvido que falcatrua semelhante aconteça em países civilizados da Europa ou nos Estados Unidos.
Do blogueiro Orlando Tambosi

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Segunda, 9 de Junho de 2008

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Inflação pelo IGP-DI sobe para 1,88% em maio, maior índice desde 2003

da Folha Online

A inflação medida pelo IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna) subiu para 1,88% em maio, contra 1,12% em abril, informou nesta segunda-feira a FGV (Fundação Getulio Vargas). A variação foi a maior já registrada desde janeiro de 2003, quando ficou em 2,17%, e bem acima do que esperava o mercado financeiro (1,70%). No ano, o índice acumula alta de 5,16% e, nos 12 meses até maio, alta de 12,14%.
A metodologia aplicada na apuração do IGP-DI é a mesma do IGP-M e do IGP-10 –usados no reajuste, por exemplo, de contratos de aluguel–, também apurados pela FGV, com a única diferença de ter um período de coleta diferente. O IGP-DI de maio foi calculado com base nos preços coletados entre os dias 1º e 31 do mês de referência.
Clique aqui para continuar lendo a matéria

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Domingo, 8 de Junho de 2008

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Ministro diz que fim da CPMF aumentou vendas

A idéia de ressuscitar a CPMF como fonte de financiamento da Saúde não é uma unanimidade nem na Esplanada dos Ministérios.

“Sou visceralmente contra aumento de imposto”, disse à repórter Carolina Bahia o ministro Miguel Jorge (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior).

Para ele, uma melhoria na gestão das verbas já existentes seria o bastante para prover ao ministério da Saúde o tônico orçamentário de que necessita.

Prevê que acontecerá com nova CSS o mesmo que ocorria com a velha CPMF: “Ficará no custo [das empresas], o que é um problema.”

O ministro diz que nem todos os produtos têm contribuído para o recrudescimento da inflação. Diz que os preços dos eletrodomésticos, por exemplo, caíram 20%.

Acha que o fim da CPMF pode ter ajudado: “O que causou essa redução? O aumento da competitividade, a importação de matéria-prima, novas máquinas mais produtivas, processos de produção mais modernos e, eventualmente, o 0,38% da CPMF.”

Miguel Jorge destoa do grosso do governismo justamente no instante em que o consórcio partidário de Lula prepara-se para medir forças com a oposição, de novo, no plenário da Câmara.

Fonte: Blog do Josias

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Domingo, 8 de Junho de 2008

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Ministro da Indústria e Comércio critica neo-CPMF

A idéia de ressuscitar a CPMF como fonte de financiamento da Saúde não é uma unanimidade nem na Esplanada dos Ministérios.

“Sou visceralmente contra aumento de imposto”, disse à repórter

Para ele, uma melhoria na gestão das verbas já existentes seria o bastante para prover ao ministério da Saúde o tônico orçamentário de que necessita.

Prevê que acontecerá com nova CSS o mesmo que ocorria com a velha CPMF: “Ficará no custo [das empresas], o que é um problema.”

O ministro diz que nem todos os produtos têm contribuído para o recrudescimento da inflação. Diz que os preços dos eletrodomésticos, por exemplo, caíram 20%.

Acha que o fim da CPMF pode ter ajudado: “O que causou essa redução? O aumento da competitividade, a importação de matéria-prima, novas máquinas mais produtivas, processos de produção mais modernos e, eventualmente, o 0,38% da CPMF.”

Miguel Jorge destoa do grosso do governismo justamente no instante em que o consórcio partidário de Lula prepara-se para medir forças com a oposição, de novo, no plenário da Câmara.

Fonte: Blog do Josias

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Sexta, 6 de Junho de 2008

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Petição on-line

A internauta Patrícia Castro criou uma Petição contra a criação da CSS. Para participar, clique no link: http://www.peticaoonline.com.br/ver_peticao.php?id=4

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Sexta, 6 de Junho de 2008

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Inflação: Alta foi mais sentida pelas famílias de baixa renda

Pressionada por alimentos mais caros, a inflação para a população pobre atingiu em maio o maior nível em mais de quatro anos. É o que revelou ontem a Fundação Getúlio Vargas (FGV), ao anunciar a terceira edição do Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que abrange famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, e subiu 1,38% no mês passado. Esse foi o resultado mais elevado da história do índice, iniciada em janeiro de 2004, e bem acima da taxa de abril (0,97%).
Continue lendo a matéria

Até o BC eleva o preço. Das moedas - Clique aqui para ler

Fonte: Estadão

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Sexta, 6 de Junho de 2008

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Governo pode causar prejuízo de R$ 45,5 bilhões à saúde

Deputados dos Democratas declararam, nesta quinta-feira (5/6), que o substitutivo do Projeto de Lei Complementar (PLP) 306, do deputado Pepe Vargas (PT-RS), causará um prejuízo de R$ 45,5 bilhões à saúde. O artigo 5° da matéria prevê ainda que o governo continue a destinar para o setor o mesmo valor dos últimos anos, ou seja, verba que não atende as necessidades de saúde pública da população.

De acordo com o deputado Dr. Pinotti (SP), se a proposta for adiante, o governo deixará de investir até 2011 os R$ 23 bilhões a mais da proposta original aprovada pelo Senado - que regulamenta os gastos mínimos com saúde previstos na Emenda Constitucional 29. “Querem criar um imposto, a CSS (Contribuição Social para a Saúde), que renderia de R$ 10 a R$ 12 bilhões por ano e ainda não destinariam um décimo disso para a área”, disse.

Dr.Pinotti elaborou documento com seis tópicos para justificar porque o brasileiro não precisa de um novo imposto para a saúde. O deputado comparou o investimento na área com outros países. “Os americanos destinam 16% do PIB, o que corresponde a 7 mil dólares per capita. A Argentina investe 9%. O Brasil 3,5%”, enumerou. O deputado disse ainda que, em 1999, 8,5% da receita corrente ia para a saúde. Este ano, caiu para 6,3%.

Com informações do site Democratas.

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Quinta, 5 de Junho de 2008

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Projeto de nova CPMF considera até juro como gasto em saúde

O projeto do governo que ressuscita a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) permite que os Estados incluam juros de dívidas como despesas de saúde e transfere para 2011 o prazo para que governadores cumpram a meta de investir 12% da receita no setor. O projeto, do jeito que está, reabre os prazos de enquadramento e mascara o descumprimento do limite mínimo de gasto em ?ações e serviços públicos de saúde? por parte de Estados e municípios.

Clique aqui para continuar lendo

Fonte: Estadão

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Quinta, 5 de Junho de 2008

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Para pensar…

No início, o governo dizia que a CSS serviria para financiar a Emenda 29. De acordo com a emenda aprovada no Senado, o governo repassaria para a Saúde 10% da sua receita.
Agora, o mesmo governo manda para o Congresso a sua base apresentar um substitutivo que acaba com o repasse de 10% dos recursos da União para a saúde.

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Quinta, 5 de Junho de 2008

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Leitores não aprovam criação da CSS

Se dependesse do leitor do GLOBO ONLINE, a Contribuição Social para a Saúde (CSS), novo imposto de 0,10% sobre a movimentação financeira para projetos da saúde, não seria criada. Dos 2188 internautas que participaram da enquete no site até o início da noite, 89,21% (ou 1952) mostraram ser contrários ao novo imposto. Apenas 10,79% (ou 236 votos) disseram ser a favor da nova CPMF.

TÁ TODO MUNDO DIZENDO QUE NÃO QUER. MAS O GOVERNO PARECE QUE NÃO QUER OUVIR!!! INSISTE E FAZ DE TUDO PARA TENTAR A APROVAÇÃO DE MAIS UM IMPOSTO. CHEGA! VAMOS GRITAR XÔ CADA VEZ MAIS ALTO!!!

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Quinta, 5 de Junho de 2008

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Batismo de sucesso

por Mônica Bérgamo

A proposta da nova CPMF, batizada de CSS (Contribuição Social para a Saúde), virou piada no mundo musical, porque a sigla é a mesma da banda Cansei de Ser Sexy. Adriano, do grupo curitibano, não gostou da idéia do novo imposto. “Olha, se todos os problemas do Brasil se resolvessem trocando os nomes… Por que o Lula não muda de nome também? De repente é só isso que ele precisa pra mais um mandato.” Carol Parra, integrante do grupo, está mais otimista. “Espero que essa nova sigla dê sorte.”

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Quinta, 5 de Junho de 2008

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XÔ!!!!


Foto: ObrittoNews

Ontem, na Câmara dos Deputados, durante a discussão sobre a tal CSS, a oposição fez um estardalhaço. Levou panfletos, apitos, chocalhos e a placas (na foto) contra a aprovação do novo-velho tributo. Relembraram o “Xô CPMF” que impulsionou, no ano passado, o fim da malfadada CPMF.

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Quarta, 4 de Junho de 2008

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Frente vai defender não criação da CSS


Foi lançada hoje, em Brasília, a Frente Parlamentar Mista dos Dirigentes Lojistas – mista porque é constituída por deputados e senadores. O propositor e presidente da Frente, deputado federal Paulo Bornhausen, explica que o primeiro tema da Frente é a batalha para derrotar a nova versão da CPMF, a CSS.

O presidente do Senado, Garibaldi Alves, ao discursar no lançamento afirmou que existem alternativas mais eficazes que uma contribuição social para destinar recursos à saúde, um setor da administração pública que ele reconhece em crise.
“ A minha posição é clara. Não vejo nenhum dilema entre ficar a favor da saúde e contra a CSS. Ninguém venha me colocar num canto da parede por causa disso. É óbvio que o governo teria outras alternativas para buscar o financiamento da saúde, que, diga-se de passagem, vem atravessando uma crise sem precedentes no Brasil inteiro”, disse.

Já o presidente da Frente, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), disse em seu discurso que esse organismo não pretende ser apenas mais um movimento em favor de uma causa, mas efetivamente dar voz ao comércio varejista no Brasil. E acrescentou: “não somos oposição ao governo, somos a favor do Brasil”.

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Quarta, 4 de Junho de 2008

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Inflação semanal se acelera em 6 capitais

ATENÇÃO! A INFLAÇÃO DISPAROU! APERTEM OS CINTOS!!

A inflação está acelerada em seis das sete capitais pesquisadas pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S). Apenas em Porto Alegre, o indicador, medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), apresentou redução do ritmo de crescimento e fechou maio em 0,84% contra 1,02% da apuração do dia 22. Brasília teve aumento de 0,78% contra 0,72% da pesquisa anterior. Em São Paulo, o IPC-S ficou em 1,11% frente a 0,95%. Os dados foram coletados até 31 de maio.

Na capital federal, a alta do índice foi puxada pela disparada dos alimentos, que subiram 2,12% no mês passado. Artigos de vestuário aumentaram 1,06% e também contribuíram para elevar o indicador. O arroz teve acréscimo de 17,80% no preço e, em 12 meses, acumula 29,57% de alta. O diesel, como esperado, também ajudou a alavancar o IPC-S. O combustível subiu 7,33%.

Fonte: Correio Braziliense

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Quarta, 4 de Junho de 2008

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Alta atinge favorecidos pelo programa

Dona Albertina trocou o carrinho pela cesta ao fazer as compras do mês no mercado.
Dona Mônica cortou a compra do botijão de gás. E dona Dulcimar anda uma hora a pé, carregando quilos de comida, para não pagar passagem.
No relato de mães cadastradas no Bolsa Família no Rio está o drama de quem enfrenta a corrosão do valor do benefício provocada pela alta dos alimentos.
Para elas, desempregadas e moradoras de áreas carentes, o maior programa social do país deixou de ser o carro-chefe da renda familiar para virar “ajuda”, que precisa ser complementada com outras fontes de recurso para garantir a comida no prato.
Albertina Miranda, de 43 anos, disse que “nem mágica” a faz comprar, com os R$ 112 pagos pelo Bolsa, os mesmos produtos que enchiam seu carrinho de mercado há seis meses. A solução foi reduzir a quantidade de alimentos. Os oito quilos de arroz, por exemplo, caíram para cinco.
— Se antes usava carrinho, hoje uma cesta é suficiente.
Albertina, que mora com as três filhas no Muquiço, comunidade carente de Guadalupe, Zona Norte, disse foi obrigada a dobrar a jornada de trabalho em casa, costurando e produzindo artesanato dia e noite, para compensar a perda com a alta dos preços.
No mês passado, Mônica Luís Alves, de 31 anos, foi ao mercado com R$ 112 do Bolsa Família e a lista de compras de sempre. Ao sair, descobriu que, ao contrário dos meses anteriores, não sobrara nada para a compra do gás.
— Tive de cortar o botijão.
Não tenho R$ 36. Vou agora jogar um verde para convencer algum parente ou vizinho a me ajudar — disse.
Desempregada e analfabeta, Mônica mora com quatro filhos, entre 15 e 7 anos, no Chapadão, lugar pobre de Costa Barros, Zona Norte.
O corte de despesas também mudou a rotina de Dulcimar do Nascimento Silva, 31 anos, quatro filhos. Na lista de compras mensais desta empregada doméstica, desapareceram a carne, o tomate — “subiu demais” — e o miojo, que a filha mais nova, de 10 anos, não dispensava — “pelo preço de seis pacotes, prefiro comprar um quilo de feijão”.
Moradora do Sapê, localidade de Vaz Lobo, Zona Norte, Dulcimar disse que, para esticar os R$ 142 do Bolsa, a solução foi gastar sola de sapato: — Muitas vezes, ando de Vaz Lobo a Madureira, caminhada de uma hora, para comprar feijão mais barato.

Fonte: O Globo

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Quarta, 4 de Junho de 2008

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Participe

Caro amigo

A proposta de criar a Contribuição Social para a Saúde (CSS) - que nada mais é do que uma reedição da extinta CPMF com alíquota modificada - deve entrar na pauta de votação do Congresso Nacional entre hoje e amanhã.
A exemplo do que fizemos no final de 2007, quando unimos forças e conseguimos que o Senado Federal rejeitasse a recriação da CPMF, precisamos nos mobilizar mais uma vez.
Vamos enviar mensagens aos parlamentares que conhecemos, com os quais temos um bom relacionamento e, principalmente, àqueles que formam a base aliada do Governo, para pedir que não aprovem a CSS. Além de representar um ônus adicional para o já penalizado contribuinte brasileiro, a nova contribuição é absolutamente desnecessária.
Porque mesmo sem a CPMF derrotada em dezembro do ano passado, a Receita Federal arrecadou, entre janeiro e abril deste ano, R$ 221,495 bilhões, o que significa um crescimento de R$ 24,907 bilhões, em termos reais (descontada a inflação) e uma alta de 12,56% em relação aos quatro primeiros meses de 2007.
Em vez de tentar criar novos tributos neste momento de arrecadação recorde, o Poder Público deveria estar empenhado em reavaliar prioridades e estudar medidas para reduzir seus gastos.

Paulo Skaf - FIESP

Relação dos Deputados Federais

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Terça, 3 de Junho de 2008

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Fortalezense se opõe à criação da CSS


A polêmica em torno da criação CSS (Contribuição Social da Saúde) já está formada. Manifestações contra o novo tributo, que é visto como uma reedição da extinta CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira), ocupam espaços públicos da cidade. Um exemplo é o outdoor localizado na avenida Barão de Studart, na Aldeota, em Fortaleza. O anúncio traz o texto: ´Xô CPMF, Xô CSS. Chega de impostos´, em alusão à votação da nova contribuição.

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Fonte: Diário do Nordeste

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Terça, 3 de Junho de 2008

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Vice-presidente rejeita volta da CPMF

O presidente da República em exercício, José Alencar, reconheceu, ontem, que é possível financiar o sistema de saúde sem a criação do novo tributo, a Contribuição Social para a Saúde (CSS). Mas, para Alencar, é necessário pensar que “nunca é demais” investir em saúde pública no país. Líderes governistas avaliam, hoje, a viabilidade da aprovação da nova CPMF, que teria alíquota de 0,1%, na Câmara.

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Terça, 3 de Junho de 2008

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